Siga-me no Pinterest!

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Talvez existam muitos textos românticos tentando dizer o que fazer e por onde ir, talvez até mesmo os procure quando tiver entediado ou eles simplesmente brotarão na sua timeline porque um amigo de um amigo leu e curtiu. Ou pode ser que comece a se perguntar que fim tiveram (ou melhor não tiveram) os relacionamentos sólidos e felizes num mundo em que ser bem sucedido e sexo sem compromisso estão em ênfase. Pra onde foram todos aqueles casais felizes com anos de relacionamento? As pessoas tem se preocupado mais em ser ao invés de sentir, vivendo de uma pseudo cordialidade impessoal, quando na verdade não expõem seu íntimo com medo de desaprovação social e vulnerabilidade emocional.
Talvez Renato Russo tivesse certo, "Digam o que disserem. O mal do século é a solidão" e assim, mesmo cercados de gente a todo instante, somos apenas um aglomerado de almas solitárias da mesma forma que viemos ao mundo, procurando incessantemente alguém que não tenha medo de doar um pouquinho de algo muito importante e em falta, o amor.
Dessa forma, casais são feitos e desfeitos, como quem brinca de lego, desfazendo o que foi construido sem consultar quem estava participando da brincadeira, simplesmente por querer suas peças de volta pra fazer algo diferente. Estamos na época de amores descartáveis, esperanças ruídas e sentimentalismo nulo. Talvez sejamos apenas crianças mimadas brincando de cabo de guerra.


"Feliz é a inocente vestal
Esquecendo-se do mundo e sendo por ele esquecida
Brilho eterno de uma mente sem lembranças
Toda prece é ouvida, toda graça se alcança". Alexander Pope


Assista: Brilho eterno de uma mente sem lembranças




Nenhum comentário:

Postar um comentário